”Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”: duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.” John Lennon
fotos do coquetel de lançamento da exposição “Joalheria Brasileira” em Berlim
Foi um sucesso o coquetel de lançamento!
A exposição vai até dia 20 de novembro.
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Capadócia!
Quando la fiaba raggiunge le vette – Quando o conto alcança as alturas
Exposição em Berlim
Ausonia Donato, minha eterna educadora!
“Amizades são gestos, já dizia Lourenço Diaféria, um dos maiores cronistas paulistanos, incansável na arte de não poupar elogios às pequenas delicadezas da vida.
Pensei nisso quando a Talita tão gentilmente me apresentou esta pequena obra de arte. Que belezinha de livro! Pura arte-educação, aqui tem poesia e ensinamento ora escondidos ora revelados nas dobras de cada desenho, nas letras de cada palavra, na harmonia de cada cenário. Estou encantada por reencontrar e reconhecer, em minha ex-aluna, valores tão caros a nós, educadores: a amizade e a solidariedade se transformando na poesia cotidiana do mundo. Obrigada, querida Talita, por nos mostrar que isso ainda é possível.”
Ausonia Donato, educadora e coordenadora pedagógica do Colégio Equipe (SP).





